quinta-feira, 1 de dezembro de 2016

Seguranças e segurança no mundo do faz de conta


Shopping. Transeuntes. Pessoas despreocupadas. Aparentemente. Seus devaneios estão em aonde ir e no que gastar. Precioso tempo. Precioso dinheiro. Precioso tempo-dinheiro.

Vai e vem frenético. Palavras. Perfumes. Sorrisos. Sorvetes, de verão. Lojas. Presentes. Bancos. Cinemas. Eventos. Beijos. Abraços. Choros. Gritos de crianças.

Tudo esquematicamente cercado por seguranças e segurança. Lembra-me das minhas aulas de História sobre nossos antepassados. Castelos com seguranças e segurança. Sob os domínios de algum rei. O povo do bem, dentro. E o do mal, fora.

Engraçado este mimetismo. A violência, supostamente, lá e eu aqui, escrevendo esta pequena reflexão. São e salvo. São e salvo? Do quê? De quem? Da Casa Verde e do Dr. Simão Bacamarte.

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