sábado, 24 de março de 2007

1993



Vida vinda
Vida ida

De ar invernal
De hábito oriental

Ser e estar
Meu bem estar

Vida foi e é
Nunca mais será

Vida tinha nome
Queria teu sobrenome

Vida em letras
Vida em números

Quando tinha 20
Ela 22

Hoje 26
E eu mais ninguém

*
Vidas que se chegam e que se vão,
sempre deixam um pouco delas
levando um pouco de mim.

3 comentários:

Marcia disse...

Vida...vidas...vi...vivi...
quanta vida,
quantas idas
vindas...
gosto, gosto do que vc escreve

MariaAngélica disse...

Mario,
Esta vida deixa ressonâncias em mim. quanta vida que se foi, quanta chegou e quantas marcas
restaram assim, na alma, por vidas encontradas por aí.
Belo poema, lindo Blog, muito bom gosto na escolha das cores que transmitem suavidade, espaço tranquilo.
bjs

Olinto A. Simões disse...

A Mario Auvim

Quando você retrata..., "Vidas que se chegam e que se vão," mostra vidas que não foram..., em vão.

E eu delineio...,

Vidas Bem Vividas,
Como vidas de poetas,
São vidas de muitas lidas,
Idas à muitas metas,
Chegadas sempre bem-vindas,
Partidas nem sempre retas,
São vidas que repartidas,
Deixam poesias concretas,
E saudades sempre sentidas.

Olinto Simões

Grande Abraço, Grande Mário.